O equipamento chega ao terreno com a torre de perfuração montada sobre caminhão. O martelo padronizado de 65 kg é posicionado sobre a composição de hastes. Em Pelotas, a operação começa com a limpeza do furo usando trado helicoidal até o nível d'água. A cada metro perfurado, o amostrador padrão é cravado 45 cm no solo. O operador conta os golpes necessários para cada trecho de 15 cm. O índice de resistência à penetração (N-SPT) é a soma dos golpes dos últimos 30 cm. Trabalhamos com a norma ABNT NBR 6484:2020 como referência principal. A planície costeira de Pelotas, com seus depósitos sedimentares quaternários, exige atenção redobrada na cravação. A profundidade dos furos varia conforme a carga prevista da edificação.
O N-SPT não é apenas um número: é a linguagem que o solo de Pelotas usa para dizer qual fundação suporta.



